Textos recuperados de Artur Sampaio
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Memórias
Nunca me dei a guardar nada,
E não o faças tu também!
Não vale a pena, não vês?
Para quê as memórias?
Vive o presente, o agora!
É assim que se vive!
Deixa passar o tempo, não lhe dês importância!
Deixa o passado, apenas!
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